Fortaleza Nobre | Resgatando a Fortaleza antiga : Barão do Rio Branco
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sexta-feira, 28 de junho de 2013

O Cinema de Arte do Cine Diogo





Era sábado. Exibição do Cinema de Arte do Diogo. O filme em questão: um surrealista de Luís Buñuel (Foto ao lado). De repente, diante dos espectadores, no filme projetado, inexplicavelmente surge uma galinha em primeiro plano – se tratando de um filme surrealista, isso não é de surpreender tanto. Um casal de namorados que assistia ao filme, ansioso para entender as tramas de Buñuel, começa a cochichar, tentando entender o significado existente no aparecimento da galinha. De repente, Augusto Pontes, que estava sentado em uma das poltronas da fileira atrás da que se encontrava o casal, se impacienta com o colóquio e, com uma voz lúgubre diz: “Isto não é uma galinha, é um símbolo”. Os jovens silenciam-se assustados diante da interrupção do diálogo cinematográfico comum nas salas de cinema. 
Olham para trás e, de repente, parecem compreender tudo. 
Cenas adiante, a tal da galinha que havia despertado interesse discursivo do jovem casal de namorados aparece novamente. Neste momento, a jovem moça cutuca o namorado e, num ato de demonstração de entendimento da obra cinematográfica, diz: “Olha aí, o símbolo!”. E, novamente, começa o burburinho intelectual diante do filme, agora contextualizado com uma nova forma de visualizá-lo. Posto irritado, Augusto, faz “fervilhar” ainda mais a confusão epistemológica dizendo: “Agora não é símbolo, é só uma galinha.” ¹
O cotidiano vivido dentro – e fora – do cinema pode parecer cena de filme. A atitude de frequentar o Cinema de Arte (CA) representava certa distinção social e para se fazer inserir no universo pertencente a este grupo, era necessário a utilização de certos preceitos, como por exemplo, o de discutir e entender cinema filosoficamente. É essencial ao grupo que frequentava o CA demonstrar o caráter intelectual que representava ser um frequentador das sessões de arte.


Sala de exibição do Cine Diogo - Arquivo Ary Bezerra Leite

Se, nas salas de cinema comercial, não se exige do público um conhecimento cinematográfico mais amplo, na sessão de arte do Cine Diogo, se tratando de um espaço exibidor no qual é possível ter acesso a um cinema de autor e a ciclos de filmes clássicos, não é suficiente somente assistir ao filme, mas, saber a que experiência estético/filosófica ele está vinculado. E isso se dava no ato de discussão pós-filme, bem como no status de cinéfilo ou de entendido de cinema. Esse status era comumente representado entre a juventude que frequentava o Cinema de Arte que, no ato de assistir a filmes alternativos se diferenciavam dos jovens “menos politizados” da cidade. A narrativa que vimos acima exemplifica a necessidade de exprimir conhecimento e de se fazer parte do universo marcado pela fruição de uma mídia de massa alternativa. 


Panorama da cidade vendo-se o prédio do Cine Diogo - Acervo Carlos Juaçaba

O Cinema de Arte do Cine Diogo surgiu a partir de uma iniciativa de sócios do Clube de Cinema de Fortaleza (CCF), entre eles, Tavares da Silva e Frota Neto, além de Darcy Costa, que pensaram que Fortaleza deveria ter um circuito de exibições cinematográficas que fosse semelhante ao Cine Paissandu², no Rio de Janeiro – comercial, porém com exibições de filmes de autor, alternativos às exibições convencionais das salas de cinema existentes na cidade. O objetivo seria também incluir a juventude no circuito de exibição “de arte”, pois o Clube de Cinema de Fortaleza não era tão frequentado pela mocidade da época. 
O conveniente agora, para a concretização do projeto, seria procurar alguma casa de cinema que aceitasse exibir filmes alternativos – também ditos “de arte”. Após um longo período de negociações entre Darcy Costa e o Grupo Severiano Ribeiro, o entusiasta cultural, usando de sua influência conferida pelo reconhecimento no setor comercial consegue autorização do grupo exibidor para realizar exibições cinematográficas, em uma única sessão, 
aos sábados, às 10h da manhã. 
Nos dias de sábados à tarde, o CCF realizava uma reunião com sua diretoria – o Clube tinha uma formação social institucionalizada, com estatuto, diretor, secretário, tesoureiro, etc. 
Quando foi comunicado o consentimento das exibições, muitos não acreditaram que seria 
possível que alguém fosse ao cinema no centro da cidade, no sábado de manhã. E já na 
primeira sessão, o cinema lotou. As notas também incentivavam a presença do espectador – 

principalmente de jovens – nas sessões de arte, exaltando-as:


"Ontem, o Cine Diogo foi bastante concorrido na sua sessão de 10 horas dedicada ao CINEMA DE ARTE. Muitos jovens presentes e isso é um bom sinal, pois onde há jovem, há probabilidades do movimento crescer. Amanhã o Cine Familiar³ apresenta nas duas sessões noturnas dedicadas ao CINEMA DE ARTE, a fita de Anselmo DuarteO Pagador de Promessas(Foto ao lado), premiado em Canes. Espera-se o comparecimento em massa dos admiradores da arte de Lumière, tão bem equacionada pelos diretores do CINEMANOVO."
(AUTO, Francisco. Gazeta de Notícias. 5 de março de 1967).


Cine Familiar - Arquivo Nirez

Sala de exibição do Cine Familiar

"Depois de um longo período de interrupção, voltou ontem às 10 horas a funcionar o CINEMA DE ARTE, promoção do Clube de Cinema de Fortaleza em colaboração com a Empresa Luiz Severiano Ribeiro. Como etapa preliminar, o CA vai funcionar no Cine Diogo. Para iniciar essa segunda fase, a qual esperamos que não venha a sofrer nova interrupção, foi apresentado “A Noite”, segundo filme da trilogia de Michelangelo Antonioni sobre o tédio reinante nas altas esferas sociais da burguesia contemporânea. Os filmes selecionados para o CINEMA DE ARTE que funcionará nas manhãs de sábado no Cine Diogo, obedecem a um rigoroso critério seletivo e já podemos assegurar para o próximo sábado uma película inédita e considerada pela imprensa do Rio de Janeiro como a melhor do ano passado." 
(Antônio Girão Barroso. Gazeta de Notícias. 5 de março de 1967).


Edifício Diogo, na Rua Barão do Rio Branco - Arquivo Nirez

Durante o período de um ano – o corrente ano de 1967 – o Cinema de Arte do Cine Diogo exibiu 44 filmes, sendo retratados em jornais em notas pré-exibição ou em críticas após as exibições. Por vezes, era retratado nas colunas a presença dos espectadores e o êxito 
alcançado pela iniciativa cinematográfica. 
Podemos entender, entretanto, que o Cinema de Arte do Diogo tratava-se também de um cineclube, tendo apenas algumas características que o diferenciavam do Clube de Cinema de Fortaleza, que eram, em primeiro lugar e, principalmente, o fato do consumo cinematográfico se dá em uma atitude capitalista. O consumo, enquanto fruição cultural, nesse caso, necessitava de uma disponibilização financeira do espectador. No Clube, assistir filme era gratuito, bastava interessar-se em participar. Poderia haver assiduidade ou não. 
Outra distinção entre as duas iniciativas culturais era o fato do CA do Diogo não requerer filiação social. Para participar das sessões do Clube não era necessário ser filiado. 
Entretanto, para ter voz e voto dentro da entidade, associar-se era fundamental. 
Outra característica das exibições em cineclubes e ausente nas sessões de arte do Cine Diogo eram os debates pós-exibições, que aconteciam em espaços  fora do cinema não engajando o público em um todo, sendo uma atitude isolada a grupos mais politizados. 

A prática social de ir ao Cinema de Arte do Diogo não se limitava apenas à sala de cinema e aos corredores do prédio exibidor. O ciclo de convivência extrapolava o ambiente cinematográfico e partia para as ruas. O espaço cedido pelo Grupo Severiano Ribeiro não permitia a realização de debates após os filmes, pois logo após a exibição, os espectadores deveriam desocupar a sala para a realização da nova sessão de cinema, agora do circuito comercial habitual da sala exibidora. Os “cinéfilos engajados” discutiam, então, em espaços da cidade. Lanchonetes, bares, lojas ou clubes tornavam-se espaço de convivência e "extensão” da obra cinematográfica. 
Dessa forma, a prática de ver cinema de arte provocou novas práticas sociais em novos espaços, no caso, a ocupação de outros lugares:

“Quando acabava a exibição dos filmes, não podíamos ter discussão dentro do cinema, pois tinha hora para vagar o cinema. A empresa tinha que limpar a sala para ter a primeira sessão da tarde, a vesperal, e agora, comercial. As pessoas iam, então, para essa lanchonete em frente – lá tinha um chope ou uma coisa assim – ou iam para o Clube dos Advogados, meio quarteirão depois. Aí iam comer a feijoada do Clube. Nosso ‘Cine Paissandu’ era no meio da rua, dia de sábado, em baixo do Sol cearense. Então, esse período foi essencial.” 
(Augusto César Costa, em entrevista concedida no dia 22 de abril de 2009).


O Clube dos Advogados, local de reunião dos cinéfilos.

A experiência do Cinema de Arte do Cine Diogo teve importante influência no cotidiano da cidade de Fortaleza e incutiu uma cultura cinematográfica ao público diverso cearense. Talvez fosse uma atitude isolada, reservada a pequenos grupos sociais – sabemos, contudo, que as sessões de arte lotavam o Cine Diogo, que dispunha de 995 poltronas – porém, parte da juventude universitária e secundarista frequentou as sessões de cinema:

“O Cinema de Arte estava sendo um catalisador de pessoas e idéias, de convergência de interesses. Acontece a Casa Amarela e o Cinema de Arte do Center Um, cria do Clube de Cinema. Aí já é a migração da cidade, do centro para os bairros. Esvaziar a cidade, esparramada. Nós somos umas das poucas cidades do mundo que não temos referência do centro da cidade, que não vive o centro.” 
(Augusto César Costa, em entrevista concedida no dia 22 de abril de 2009).


 Casa Amarela - Arquivo O Povo

Center Um - Arquivo O Povo

O Cinema de Arte do Cine Diogo pulsou em Fortaleza até o ano de 1972. Neste ano, a 
programação de televisão já era comumente abordada nos jornais. Sua grade era divulgada e comentada e o cinema perdeu o espaço de crítica nas páginas jornalísticas, restando apenas a 
divulgação dos principais filmes que estavam sendo exibidos na cidade.


Cíntia Mapurunga
(recém-graduada em Comunicação Social, com habilitação 
em Jornalismo pela Universidade de Fortaleza)

 (13220 bytes)¹Os dados dessa história foram narrados por Augusto César Costa, mas aparece em 
várias lembranças dos cinéfilos da época. Augusto Pontes, publicitário, músico e pensador, funcionou como uma espécie de “guru” da geração dos anos 60. Faleceu no dia 15 de maio de 2009.

 (13220 bytes)² No final dos anos 60, tempo de ditadura militar, amantes de cinema, intelectuais e estudantes cultuavam “filmes de arte”, em sessões noturnas (22h30 e 0h30, às quintas, sextas e sábados), no Cine Paissandu, situado no bairro do Flamengo/Rio de Janeiro. Os frequentadores mais assíduos representavam o que passou a se chamar de 
Geração Paissandu”, superlotando fielmente a grande sala para, entre um e outro debate político, assistir, idolatrar e discutir filmes de diretores como Godard, Glauber Rocha, Bergman, o neo-realismo italiano, ViscontiAlain Resnais, Eisenstein, Bresson, Pasolini, entre quase todos os outros diretores de filmes alternativos. A 
Geração Paissandu era formada por estudantes, jornalistas e profissionais ligados às áreas artísticas e também por jovens advogados, bancários, químicos, comerciários e por qualquer pessoa com um mínimo de gosto pela arte e com certa necessidade de exprimir-se. Podemos dizer que nem todos eram os considerados cult, mas todos gostariam de o ser.

 (13220 bytes)³ O Cine Familiar também dedicava-se à exibição de filmes de arte, tendo surgido em 1966, sob iniciativa de Tarcísio Tavares e Maurílio Arraes, localizado no bairro de Otávio Bonfim. O Cine Familiar não se localizava, portanto, no “olho” das salas exibições cinematográficas fortalezenses, que era o centro da cidade. A imprensa retratava semanalmente as duas sessões de Cinema de Arte existentes em Fortaleza, a do Cine Diogo e a do Cine Familiar.

Leia também: O Culto ao Cinema na Fortaleza dos anos 60 


Fonte: O culto ao Cinema de Arte na geração de sessenta em Fortaleza

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Fortaleza em suas Ruas, Avenidas, Travessas...



 Essa foto é da época das cadeiras nas calçadas... Foto Assis de Lima

A tranquilidade dessa rua me encanta... Foto Assis de Lima

Um bondinho puxado a burro. Foto Assis de Lima



Av. Pessoa Anta


O fotógrafo está ao lado da Secretaria da Fazenda (Sefaz), olhando para a Avenida Pessoa Anta, tendo ao lado direito o início da Avenida Alberto Nepomuceno. Hoje em dia, do lado esquerdo há um posto de venda de combustíveis. Pelo aspecto da foto deve ser de aproximadamente 1920. Arquivo Nirez




Foto do mesmo ângulo da anterior. Essa feita em 2006 - Arquivo Nirez

Essa foto é muito interessante, é antes de onde hoje é o Centro Dragão do Mar, na Praia de Iracema. Esse prédio abrigou antigamente uma firma do Alfredo Salgado, depois foi uma repartição estadual, hoje é aquela rampa do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Arquivo Nirez



Rua Direita

Antiga Rua Direita, foto restaurada por Sidney Souto






Travessa São Francisco - Rua Perboyre e Silva


Esse é o quarteirão da antiga Travessa São Francisco, hoje Rua Perboyre e Silva, entre as ruas do Rosário e Coronel Bizerril, atual General Bizerril. Hoje essas construções são ocupadas por casas que vendem produtos de informática, CDs, DVDs, tinta para impressora, reabastecimento de cartuchos, etc. Arquivo Nirez





Av. Barão de Studart


Foto de 1973 da Av. Barão de Studart quase próximo ao Palácio da Abolição olhando para o Mucuripe. -Foto de Arnaldo Pinheiro






Foto da Av. Alberto Nepomuceno do início para o fim. Hoje o Mercado Central fica onde estão essas casas e árvores da esquerda. Do outro lado é o quartel.
A data exata é difícil determinar, mas foi tirada de um cartão postal editado em 1908. Arquivo Nirez




Av. Duque de Caxias

Essa é a Av. Duque de Caxias com General Sampaio.
Nesse local hoje se encontra o Edifício Jacy Avenida. A casa em frente foi o Instituto Brasil/Estados Unidos na década de 1940 e Grupo Escolar Presidente Vargas na década de 1950. Nirez


Mesmo ângulo em outra época - Arquivo Nirez




Avenida Aguanambi 

Foto de 1972 logo que a Avenida Aguanambi foi aberta. Vê-se o cruzamento com a Rua 13 de Maio. Arquivo Nirez

Avenida Aguanambi (aguanambi sm (tupi áua-nambi, por auará-nambi) Orelha de cão) no cruzamento com a Av. 13 de Maio, onde hoje tem um viaduto mal planejado. O viaduto deveria ter sido construído na Aguanambi e não na 13 de Maio. Teria prolongamento até unir-se com a BR-116, com uma "parna" para a Borges de Melo, de forma que seria desnecessária a rotatória, pois seria a Av. do Canal. Iria se unir diretamente à Visconde do Rio Branco e ruas perpendiculares. Ao longe o prédio da Escola de Polícia e a Base Aérea. Arquivo Nirez




Avenida Bezerra de Menezes

Foto da década de 1940 - Arquivo Nirez




O Beco dos Pocinhos


Este é beco dos Pocinhos visto da Rua Pedro Borges na direção do nascente vendo-se ao fundo a Igreja do Pequeno Grande.







Na Major Facundo iremos falar sobre essa belíssima casa. Ela ainda existe e embora abandonada está em boas condições. Fica na Rua Major Facundo já no bairro José Bonifácio. Foi construída e nela residiu o Sr. Anastácio Braga Barroso, que foi esposo da professora Edite Braga. Quando ele faleceu a casa foi alugada para o Sr. Heráclito de Castro e Silva, que fundara o Curso Comercial Carlos de Carvalho em 9/5/1935 que depois se chamou Escola de Comércio Carlos de Carvalho, conhecido por CCC. Em 1964 morreu o Sr. Heráclito de Castro e Silva, no dia 1º de janeiro. A casa fica logo depois da Rua Antônio Pompeu, uns 30 ou 40m, e tem fundos para a Rua Floriano Peixoto na Praça José Bonifácio, que foi muito tempo entrada do Colégio. Os trilhos são da linha José Bonifácio, a mais curta de Fortaleza, que terminava a cinco metros da Domingos Olímpio. Hoje esta casa pertence a D. Hebe Barroso, descendente de Anastácio Braga Barroso. Arquivo Nirez


Outro belo casarão também na Major Facundo.

Essa casa ficava - e acho que ainda fica - na Rua Major Facundo 53 a 65, no chamado lado do sol, foi construído em 1924. Funcionou aí um clube dos operários e depois o Centro dos Inquilinos e por fim começaram a se reunir aí a União Síria, que seria os primórdios do Clube Líbano Brasileiro, que depois foi para a Av. Santos Dumont e terminou na Tiburcio Cavalcante. Depois funcionou aí uma fundição e casa de ferragens da firma Thomas Pearce & Filho. Hoje não sei como está nem o que funciona lá.
as portas do térreo foram todas violentadas e as superiores estão repletas de cobogós. Nem parece a mesma casa. Nirez



Esta foto data de 1951 e mostra a esquina da Rua Major Facundo com a Rua São Paulo que abrigava uma loja de tecidos pertencente ao Sr. José Meireles. Ficava diagonal com a Casa Victor dos Irmãos Pinto, depois Cimaipinto. Aquele prédio que fica no fundo é o Sobrado Mole, que foi sede da UDN.
O prédio de detrás era um antigo sobrado que nesta época estava sendo usado por várias lojas e escritórios. Parece-me que hoja aí está a Casablanca.
A sombra é do Edifício América, onde funcionou a Cimaipinto. o espaço entre o fim do sobrado e o sobrado mole que se encontra no final, é a praça que fica em frente ao Museu do Ceará. Não foi eberta nenhuma rua. Vejam a perspectiva que a linha da calçada segue exatamente a do sobrado mole. Nirez



Av. 13 de maio

Esse é o cruzamento da Av. 13 de Maio com Av. da Universidade -Foto anterior a 1974. Arquivo Nirez





Cruzamento da Guilherme Rocha com General Bizerril- Nirez

A árvore é o oitizeiro famoso, derrubado em 1929 por ordem do então Prefeito Álvaro Weyne.
O prédio da esquerda era o Rotisserie hoje Caixa Econômica. O prédio a direita, no andar de cima, é atualmente o Restaurante L'escale. Na esquina desse prédio funcionou o famoso Café Globo, hoje é a financeira BV. O local onde está o carro estacionado ao lado do prédio, a direita, funcionou por muito tempo o famoso Posto Vitória onde operava com carros de luxo, principalmente o Chevrolet Belair. Os motoristas todos com paletó e gravata.
Pode- se ver também no cruzamento das ruas Guilherme Rocha com Floriano Peixoto uma parte da Intendência Municipal e mais adiante ainda na esquina com a Major Facundo o Café Art Noveau, muitos anos depois a Esquina do Pecado. Essa foto foi tirada da entrada do Palácio da Luz
José Vieira de Moura

Ao lado do Art Noveau o sobrado do Comendador Machado, onde funcionava o Café Riche no térreo, tendo este sobrado sido demolido para a construção do Excelsior Hotel. Foto provavelmente da década de 20, pois não se vê mais os Cafés da Praça do Ferreira, e há ainda a presença do Oitizeiro do Rosário, derrubado em 1929. 
Ricardo Batista



Esquina da Rua Floriano Peixoto com a Rua Guilherme Rocha, onde foi construído em 1914 o sobrado do Eduardo Pastor, onde por muitos anos esteve a loja Rosa dos Alpes, de Rubens Carvalho e depois o Café Globo, depois o Armazém Paissandu e hoje tem uma loja na esquina e em cima está o Restaurante L'escale.  Nirez



quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Rua Formosa - Atual Barão do Rio Branco



Foto de 1925

A rua no séc. XX

O velho sobrado da esquina da Rua Guilherme Rocha com Rua Barão do Rio Branco, deu abrigo, por muitos anos, a "Pensão Familiar", a "Farmácia Albano", a "Farmácia Meton", a "Farmácia Fortaleza", o "Café Rex", "sorveteria Pontes", a casa de merendas "Pic-Nic" e hoje é o Edifício Jalcy, tendo no térreo as "Óticas Itamaraty", o "Palácio das Canetas" e o "Waldo's", café e tabacaria.



Rua Barão do Rio Branco entre a Antônio Pompeu e a rua Meton de Alencar. Década de 40. Arquivo Nirez


[Final+dos+anos+20.+R.+Barao+do+Rio+Branco,+raro+postal+da+Loja+Trianon.JPG]
Raro postal do final dos anos 20  da Loja Trianon 

Ed. Diogo onde funcionou a Ceará Rádio Club

  

Ed. Parente



Saiba mais sobre a Rua Formosa AQUI


Crédito ao querido amigo Assis Lima e Nirez

NOTÍCIAS DA FORTALEZA ANTIGA: