Fortaleza, uma cidade em TrAnSfOrMaÇãO!!!


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segunda-feira, 29 de março de 2010

Edson Queiroz - A Família


O apoio de uma mulher


"Esperto, tinha um táxi" 

“Conheci Edson Queiroz na praça do Carmo, onde morei 16 anos. Ele estava sentado num banco da pracinha mais tradicional do centro de Fortaleza. Eu, minha irmã e uma prima estávamos passeando.
- Quem é esse? - perguntei.
- Veja a placa do carro - respondeu uma delas. - É um motorista de táxi.
Mesmo assim, resolvi voltar e dar uma olhada.” Quem conta o conhecimento dos dois jovens é Yolanda Vidal Queiroz, que explica também a confusão da irmã e da prima: "O carro dele, com chapa de táxi, era a forma que Edson, em 1945 , tinha arrumado para conseguir combustível na época da guerra, quando havia racionamento".

O jovem as seguiu até em casa. Num depoimento de 1985, Yolanda lembra que, na romântica caminhada, ele veio conversar. "Um mês e dezoito dias depois estávamos noivos."

A praça e a Igreja do Carmo, onde Edson e Yolanda se viram pela primeira vez


Edson e Yolanda se conheceram em 28 de fevereiro de 1945. Ela estava com 16 anos. Nascera em 12 de novembro de 1928, em Fortaleza, filha de Luís Vidal, nascido em Estreito (posteriormente chamada Santana do Acaraú), e Maria Pontes Vidal, de Massapê. Luís era comerciante e, em 1925, quatro anos após o casamento (em 1921), mudara-se para Fortaleza, onde montara um armazém de peles e tecidos, que lhe rendera o suficiente para comprar fazendas e carnaubais. O casal teve cinco filhos.

Um deles, Luís, morreu aos 3 anos de idade. Ficaram quatro: Dagmar, Zilmar, Yolanda e José Maria. O pai de Yolanda, Luís Vidal, entretanto, morreria em 2 de janeiro de 1938, deixando a mulher e os filhos em boa situação financeira.

Na foto 3x4 o amor declarado

 
A hora de cortar o bolo, na presença da mãe Cordélia, do pai Genésio, da sogra Maria Pontes Vidal e da cunhada.

Setembro, um mês marcante para os Queiroz 

O primogênito Airton faz o primeiro aniversário 

Maria Pontes Vidal aprendera a ser mãe e pai de Yolanda. Assim que ficou sabendo da simpatia entre a filha e Edson, mandou investigar se o jovem tinha condições de montar e sustentar uma casa. Sócio da Genésio Queiroz & Cia e com vários pequenos negócios em sociedade com o pai, Edson já desfrutava de uma situação financeira invejável para seus 20 anos de idade.

Pouco mais de seis meses após a troca do primeiro olhar, Edson e Yolanda Queiroz se casaram, a 8 de setembro de 1945, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, na presença de parentes e amigos das famílias dos noivos.

"Segundo a classificação de Koppen - informa o Almanaque do Ceará de 1941- o Ceará está contido na zona tropical, caracterizada pela extensão do período quente sobre todo o ano. " Efetivamente, a temperatura de Fortaleza varia de 26° a 30º, beneficiada pela proximidade do mar, não se percebendo, como acontece nos Estados do extremo Sul do país, as nuances das quatro estações do ano. Seja como for, o início da primavera teria uma influência marcante sobre a vida do casal. Edson e Yolanda foram morar na rua Dom Manuel, 446, e mudariam de residência três vezes ( para o número 566 da mesma rua em 1947, para a rua Barão de Aracati, 1546, em 1954, e para a rua Oswaldo Cruz, 712, em 1958 ). Todas as mudanças ocorreram no mês de setembro.

O primeiro aniversário de Myra Eliane

Um chaveiro para um plano de oito filhos 

Da esquerda para a direita: Airton, dona Yolanda, Paula ( no colo ), Renata, Edson Filho, Edson Queiroz e Myra Eliane 

Apenas um ano depois do casamento, nascia o primeiro filho do casal, Airton José Vidal Queiroz, a 14 de agosto de 1946. No ano seguinte, a 7 de novembro de 1947, nasceria a primeira filha mulher, Myra Eliane Vidal Queiroz. Na casa 566 da rua Dom Manuel, nasceriam outros dois filhos: Edson Queiroz Filho, em 6 de outubro de 1951, e Renata Vidal Queiroz, em 11 de junho de 1954. Os filhos caçulas do casal já nasceriam na casa da Barão de Aracati, 1546: Lenise Vidal Queiroz, em 25 de setembro de 1956, e Paula Vidal Queiroz, em 25 de abril de 1958.

Aniversário de Edson Queiroz de 1973 

Yolanda Queiroz recorda com ternura os primeiros anos de vida com o marido. Mesmo após a compra da companhia de gás, em 1951, continuaria viajando o tempo todo, para os Estados Unidos, para o Sul do país.

Nas constantes viagens, Edson se esquecia das datas dos aniversários dos filhos. Por isso, Yolanda fez para ele um chaveiro com espaço para oito nomes, onde mandou gravar as datas de nascimento de cada um. A razão do espaço para oito nomes é simples: ela queria ter oito filhos. Dois espaços, contudo, ficariam vazios, porque ela resolveu desistir, parando no sexto filho.

Homem temente a Deus, segundo a filha Renata, Edson nem sempre acompanhava a mulher aos cultos e às cerimônias religiosas, mas respeitava-lhe a religiosidade. "Ele aliás, sabia respeitar a individualidade de cada um."

Um pai preocupado e sem tempo

Os melhores dias da infância dos filhos passaram-se na casa da rua Oswaldo Cruz. "Edson, apesar das viagens e dos muitos negócios, sempre conseguia um tempo para a família, sobretudo nos últimos anos de vida", conta Yolanda, que assumiu como tarefa sua a criação dos filhos. Ela controlava os horários e as obrigações de cada um. Cronometrava tudo, a hora de brincar, os períodos de estudo. "Edson não tinha trabalho com os filhos. Só me ajudava quando os filhos estavam doentes, porque ele tinha um 'quê' de médico. Tratava deles. " Anos mais tarde, o empresário superatarefado seria também o "médico" dos dez netos. Antes de chamar um profissional de saúde, as filhas e as noras telefonavam primeiro para o sempre pronto avô. Durante o período de crescimento dos filhos, Edson Queiroz certamente se ressentia por não ficar com eles o tempo que gostaria e assim, paradoxalmente, se transformava num homem caseiro. Quando estava em Fortaleza, fazia questão de almoçar com a família. Yolanda, conhecedora dos seus gostos, orientava as empregadas, informando-as que ele preferia carne grelhada, peixe cozido ou frito e, invariavelmente, feijão. A sobremesa, saboreava coco ralado com rapadura ou doces caseiros.
 
Na foto, dona Yolanda com os netos

Das inúmeras viagens, sempre trazia brinquedos para os filhos - e depois para os netos. Mas sua preocupação não era trazer brinquedos caros e sim as novidades da Europa e Sul do país.

Um episódio com Edson Filho é ilustrativo da preocupação de Edson Queiroz com a saúde dos filhos. Um dia, a Kombi que levava o menino para a escola teve um acidente relativamente grave, mas nada aconteceu a seus ocupantes. Edson Queiroz estava em casa quando o telefone tocou e avisaram, mas ele, por alguma razão, entendeu que o menino se machucara. De pijama mesmo entrou no seu automóvel e saiu desesperado, em alta velocidade, subindo nas calçadas, avançando os sinais e acabou se chocando com um ônibus. Resultado: ele é que foi hospitalizado. Edson Filho estava bem perto e viu tudo.

Apesar de almoçar em casa diariamente e da sua preocupação em ensinar sempre alguma coisa nova aos filhos - numa semana mostrava como se faz sabão, na outra como se faz tinta, corta-se garrafa ou revelam-se filmes fotográficos, Renata recorda-se que o pai era muito ocupado, quase sem tempo para os filhos. "Eu vim conhecê-lo melhor nas férias, quando se tornava um homem liberto. " Em viagem guardava todas as rolhas das garrafas e premiava os filhos mais comportados. "Paula sempre ficava com elas." Renata ainda traz viva na memória uma cena ocorrida na Suíça, quando lá estudava, em pleno aeroporto, quando Edson Queiroz se despedia dela, voltando ao Brasil. "De repente, surpreendi uma lágrima rolando de seus olhos. Ele chorava. Isso me surpreendeu e eu aprendi que ele era muito humano. "

Um filho engenheiro, as filhas trilíngues

 Família reunida no casamento da filha Paula

Edson Queiroz, segundo a mulher, tinha um sonho frustrado: o de ser engenheiro. Por isso, fez o que pôde para que seu filho mais velho, Airton, cursasse Engenharia. Quando terminou a Escola Técnica de 2.' grau, ele foi para São Paulo e conseguiu ingressar na FEI (Faculdade de Engenharia Industrial), mas só ganhou seu primeiro automóvel depois de seis meses. Estudava na FEI durante o dia, e no Mackenzie, onde fazia Economia, à noite. Depois de algum tempo, desistiu do curso de Engenharia, que fazia mais para agradar ao pai e retornou a Fortaleza. Começou a trabalhar na Esmaltec em 1968 e teminaria o curso de Economia no Ceará. Embora tenha desistido do curso de Engenharia, o pai fez questão que conhecesse os segredos da produção industrial e ele, de macacão, estagiou em todos os setores, nas prensas, na esmaltação e nos laboratórios. "Tive que me virar para aprender", confidência Airton, que só era instruído pelo pai verbalmente. Em 1970, já enfronhado em assuntos da fábrica, foi promovido por Edson Queiroz a gerente. No ano seguinte, logo após sua lua-de-mel, Edson Queiroz organizou para ele (com Mr. L. H. Caldwell Jr., diretor da Modernmade) um estágio na fábrica de fogões de Chatanooga, Tennessee, EUA.

O segundo filho homem do casal, Edson Filho, fez Engenharia, tendo iniciado o curso em São Paulo e o concluído em Fortaleza, porque, em conjunto com o pai, decidiu ser conveniente começar a trabalhar em 1973, na Esmaltec. Segundo Airton, a iniciação do irmão foi mais fácil "porque eu estava lá para orientá-lo". Dois anos depois, Edson Filho ocuparia o lugar de Airton e este, a convite do pai, foi trabalhar no escritório central do Grupo, ocupando o lugar de Edson Queiroz, que se mudou para outra sala.

Um momento de ternura nas Bodas de Prata

Dos outros filhos, Myra Eliane estudaria Direito. Quando se desquitou do marido, em 1973, Edson Queiroz a convidou a trabalhar no departamento jurídico do Grupo. Renata cursaria Administração de Empresas, Lenise, Economia e Paula, Pedagogia e Direito. Yolanda fazia questão que as filhas falassem fluentemente o francês e o inglês. Por isso, todas passaram dois anos no exterior, em Lausanne, na Suíça, e Londres, na Inglaterra.
Além de Myra, Edson Queiroz também convidou Lenise para trabalhar com ele.

 
Edson Queiroz e seu hobby: a fotografia

"Médico" e Mágico dos netos

O primeiro neto de Edson e Yolanda Queiroz, Igor Queiroz Barroso, nasceria em 19 de janeiro de 1972. À época de sua morte, em junho de 1982, Edson Queiroz tinha outros nove netos: Patrícia Leal Queiroz e Edson Queiroz Neto, Manoela Valença Queiroz e Otávio Valença Queiroz , Joana Queiroz Jereissati, Natália Queiroz Jereissati e Carla Queiroz Jereissati , Abelardo Gadelha Rocha Neto e Cláudio Queiroz Rocha .

Yolanda Queiroz informa que a relação do marido com os netos era "bagunçada". "Sempre que possível, levava alguns netos para dormirem em casa. " Para os netos, Edson Queiroz fazia mágicas e era o chefe da "boate" - ou seja, o quarto do casal, onde ele ficava horas brincando com as crianças. O filho Airton acredita que "ele passava com os netos o tempo que gostaria de ter passado conosco e não pudera".

Desde jovem gostava de fotografia. Teve seu próprio laboratório em casa, à Av. Dom Manuel, 566. Este hobby ele praticou por toda vida, fotografando a família e momentos das viagens com Yolanda. Das sextas-feiras à noite, quando chegava em casa, às segundas-feiras, quando saía para o trabalho, ficava fazendo mágicas para os netos, revelando fotografias ou vendo televisão.

Uma reunião de família, nas bodas de ouro dos pais

No Diário do Nordeste, de 9 de junho de 1982, a colunista social Sônia Pinheiro registrou um episódio do casamento da caçula Paula com Sílvio Ricardo de Oliveira Frota, em 10 de março do mesmo ano, que é revelador do comportamento em sociedade de Edson Queiroz. "Tinha mania de cantar em cada final de festa", escreveu ela, "tanto nas que costumava 'anfitrionar', como nas recepções comandadas pela lista afetiva. Era um costume seu que coloria cada ambiente. Assim eu o vi nas várias versões da 'Sereia de Ouro', que ele realizava para homenagear figuras de valor da sua terra, como também no casamento da caçula Paula com Silvio Frota. Naquela ocasião, passada a solenidade, ele tomou o microfone do crooner do conjunto e cantou com amigos, filhos e netos."

José, o irmão

Em meio à sua agitada vida, Edson Queiroz sempre achou um tempo para manter uma vida próxima à avó Herminda, à mãe Cordélia, aos irmãos e ao pai Genésio, seu conselheiro até o fim e que lhe sobreviveria em dois anos, tendo falecido em 15 de julho de 1984. Um de seus maiores amigos durante toda a vida foi o irmão José Antunes Queiroz, nascido em 19 de março de 1932.

Sete anos mais novo, José teve em Edson um segundo pai, capaz de orientá-lo e compreender suas bravatas e ousadias de jovem. Era simpático, elegante e fazia sucesso com as mulheres, mas acabou casando com uma jovem de Belém do Pará. Dos seis irmãos, foi o único ligado ao esporte , sobretudo à natação e ao remo. Era bom no iatismo, automobilismo e fazia grandes exibições e longos passeios no mar, quase sempre acompanhado. Numa das exibições, em 1964, a lancha virou e seu corpo só foi encontrado onze horas depois. A morte do irmão foi um dos momentos mais tristes para Edson Queiroz.

"Eu dava tranquilidade a ele”

 
Segundo dona Yolanda, essa foto é a que melhor reflete a figura de Edson

"Um dia - e isso aconteceu muitas vezes -", conta Yolanda Queiroz, "Edson me convidou para ir ao cinema. Era a época da construção da fábrica de fogões. Demos uma passada por lá, ele desceu -'espere uns dez minutos' - e eu fiquei rezando e dormi. Quando Edson voltou eram quatro horas da manhã. Minha parte no trabalho dele era essa: não atrapalhar suas iniciativas, apoiá-lo, acompanhá-lo, tomar conta da casa e dos filhos. Ele não tinha tempo para ver nada, eu dava tranquilidade a ele". A avaliação de Yolanda a respeito de sua contribuição ao marido é bastante modesta. Na verdade, ela era também a conselheira, a interlocutora válida, cujas opiniões ele sempre respeitou. Ele tinha o hábito de estudar minuciosamente cada novo projeto, cada nova possibilidade de negócio. E sempre valorizou as opiniões da mulher, a ponto de discutir cada um de seus projetos com ela. Comenta-se que a troca de idéias com Yolanda era um momento chave no processo de decisão de Edson . Após a conversa com Yolanda, ambos iam à casa de Genésio Queiroz, o pai, e com ele conversavam horas a fio. Edson também sempre prezou muito as opiniões do pai e jamais fez um negócio sem antes consultá-lo.

Se o juízo de Yolanda a respeito de sua contribuição é tão modesto, Edson Queiroz a julgava bem superior, considerando-a sua "fonte de inspiração".

 

Em 5 de agosto de 1976, falando aos formandos da Universidade de Fortaleza (instituição mantida pela Fundação Edson Queiroz), concluiu assim seu discurso: "As palavras que vos dirijo traduzem os sentimentos da Patrona das vossas turmas, dona Yolanda Queiroz, minha mulher, co-responsável pela fundação da Universidade de Fortaleza e cuja presença em meus dias constitui uma fonte de energia e inspiração".

Veja também:

Edson Queiroz - Infância

Edson Queiroz - Juventude



Fonte: Edson Queiroz Biography

11 comentários:

  1. queria muito que dona,yolanda soubesse o carinho que tenho pelo grupo edson queiroz.trabalho a pouco tempo nua empresa do grupo e tenho orgulho.
    queria poder conhecer dona yolanda pessoalmente.
    edson Queiroz fui um grande guerreiro e um grande exemplo para toda a humanidade.
    essa frace é uma espiração para mim,disse edson:

    "Eu dava tranqüilidade a ele”

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  2. “Se algum dia vocês forem surpreendidos pela injustiça ou pela
    ingratidão, não deixem de crer na vida, de engrandecê-la pela
    decência, de construí-la pelo trabalho”.

    Frase para completar o Blog.

    Rafael Philipis B-) ( tentarei fazer parte do grupo, com minha dignidade e comprometimento.)

    Obrigado pela Atenção!!!

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  3. meu nome é fabio na familia teve ou tem alguem que se chama mario a. queiroz (fabiomario91@yahoo.com.br)

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  4. Meu nome é Jefferson... adimiro muito o Grupo Edson Queiroz. Hoje trabalho no Grupo e me sinto muito orgulhoso em saber que esta empreza tem uma história maravilhosa, e tive o prazer de conhecer Fortaleza onde se estala a Nacional Gás Butano, fiquei muito feliz... Um abraço pra toda família Edson Queiroz que Deus o abençôe...

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  5. Espero sinceramente que Edson Queiroz Neto dê sequência ao legado do avô. Que tenha sua percepção do que está acontecendo no mundo, pois ele mudou e que o Grupo tem que mudar com ele.

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  6. sempre gostei dessa familia, parabens dr edson queiroz por sua bravura , coragem de trabalhar, competençia,pontualidade ,carisma e respeito com o proximo,deus te abençoe por tudo que voçe fez em prou dos mais humildes . gilvan jose da silva natal rn tel 084 8829 5717

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  7. Espero que Edson Neto possa olhar mais para a Regional Salvador porque encontra-se nas mãos de pessoas que so visam o bem proprio com seus apadrinhamentos. Edson Neto abra o olho rápido para regional salvador estão acabando com uma historia bonita de empreendedorismo.
    Ass: Cliente Revendedor.

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  8. "Homem temente a Deus".

    Hahahahahahahahahahahahaha

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  9. História linda e de grande bravura e empreendedorismo, sem duvidas um homem a frente do seu tempo, daria um filme sua história. Parabéns a essa maravilhosa família e a D. Yolanda que soube conduzir tudo e a todos com muito afeto e dicernimento. C.V.

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  10. GOSTARIA DE PARABENIZAR, ESTA LINDA FAMILIA,QUE TENHO GRANDE ADMIRAÇAO, PRINCIPALMENTE POR RENATA JEREISATE,QUE UMA VEZ EM URUAU ,QUANDO CONVERSEI COM ELA ATRAVEZ DA AÇAO SOCIAL. NOS DEU O FORRO DO TEMPLO ASSEMBLEIA DE DEUS,GOSTARIA MUITO DE TER UM CONTATO COM ELA. POR UMA GRANDE NESCESSIDADE,QUE ESTOU ATRAVESSANDO NA UNIVERSIDADE EDSON QUEIROZ

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  11. Filho de Cascavel Ceara, Cidade que moro Homem Ilustre, revolucionou o Ceara.

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