Fortaleza Nobre | Resgatando a Fortaleza antiga : Casa do Português - Vila Santo Antônio de José Maria Cardoso [notification_tip][/notification_tip]
Fortaleza, uma cidade em TrAnSfOrMaÇãO!!!


Blog sobre essa linda cidade, com suas praias maravilhosas, seu povo acolhedor e seus bairros históricos.


terça-feira, 29 de junho de 2010

Casa do Português - Vila Santo Antônio de José Maria Cardoso



 A casa em foto de 1979 de Nelson Bezerra.


"Nos quarteirões da Avenida João Pessoa alguns casarões antigos resistem ao tempo e guardam fragmentos da história do bairro. Dentre todos eles, merece destaque a Casa do Português, símbolo de ostentação quando foi construído em 1950.  A casa - na realidade Vila Santo Antônio- pertencia a José Maria Cardoso , um rico comerciante português, dono de madeireira fornecedora de lenha para a Light e para os trens da RVC ( Rede de Viação Cearense). Por mais que a família crescesse, jamais ocupou todos os espaços do casarão e isso entristecia o proprietário. Cardoso ficou mais desesperado ainda com o suicídio de seu filho, que saltou do alto da casa que o velho português construíra. Para o velho, o sonho acabou.


Foto da década de 60 - Acervo de Pedro Leite

Postal da casa na década de 50. 

A Casa do Português parece um navio e lembra a história dos navegantes portugueses que desbravaram os mares, que nas palavras de Fernando Pessoa, “tanto do teu sal são lágrimas de Portugal.
Hoje as lágrimas são de abandono do lugar."


Acervo Eônio Fontenele



A casa é ponto de referência de quem mora ou passa todos os dias pela Avenida João Pessoa, no bairro Damas. Data de 1950, quando começou a ser construída.


Foto da década de 70. Acervo IBGE

Foto Any Lima

Chamam-na de Casa do Português. Três andares. Duas rampas laterais que davam aos automóveis acesso aos terceiro e quarto andares. Grades de ferro pesado circundam a frente e o lado esquerdo da casa, hoje, cor verde-musgo se misturando com ferrugem como se a casa, que muitos dizem parecer com um navio, estivesse no fundo do mar, sob o ranger dos motores de ônibus da avenida preta João Pessoa.


O português José Maria Cardoso


Reportagem da década de 50 - Acervo Renato Pires

O antigo era português realmente. Deu seu próprio nome, junto ao de um santo, a casa: Vila Santo Antônio de José Maria Cardoso. Sua família, por mais que se espichasse, não completava os cômodos do segunda andar, o único que realmente ocupou. Ainda em vida, alugou os outros dois acima para o empresário Paulo de Tarso, então dono da Boate Portuguesa. Quando morreu, em 1966, aos 72 anos, foi como um rasgo no casco da casa que já não era muito aprumada. No local, depois da boate, abrigou a sede da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce) de 1965 a 1984, e logo depois: uma oficina, um estacionamento e um cortiço.

A casa então foi vendida em um leilão.



Os atuais proprietários deixaram o aviso de não informar endereços e telefones. Nenhuma reforma foi feita e não há sinais de que algum plano esteja sendo tramado. Comenta-se que seu José Maria Machado (atual dono) queria fazer um shopping, mas os sócios dele não gostaram da ideia.  Salvando a quadra, o terceiro andar e o terraço estão com os escombros espalhados por todo o chão e as paredes pichadas.


A casa em 1954 - Arquivo Nirez

Inauguração da Boite Portuguesa em 1962 - Arquivo Nirez

O edifício está em processo de tombamento, aberto em janeiro de 2006 pela Fundação de Cultura, Esporte e Turismo (Funcet), por isso mesmo está protegido de reforma que o desfigure ainda mais ou de uma possível demolição. "Alguns arquitetos contestam que aquele edifício seja um patrimônio da cidade, mas ele tem uma arquitetura diferente, é um referencial de espacialidade. As pessoas que se utilizam do espaço tem uma referência nele. É também uma referência da cidade, na década de 60 ele foi postal de Fortaleza", diz Ivone Cordeiro, diretora do Departamento de Patrimônio Histórico-Cultural da Funcet.


Foto da casa publicada no Jornal O Povo em 26 de dezembro de 1970.


O processo deveria ter sido concluído em abril ou maio desse ano, segundo Ivone. Até agora nada foi pensado para o prédio e não se têm planos de uma possível reforma. Em 2005, os arquitetos Napoleão Ferreira e Mário Roque tiveram a ideia de transformar a casa em Centro Cultural. A proposta era a de um centro que integrasse a cidade e o estado com a cultura portuguesa. "A ideia é dar vida aquilo. A cidade está devendo à sua memória. Para mim aquilo é uma arquitetura que impressiona. É sem sombra de dúvida um marco urbano", reafirma Napoleão, professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Fortaleza (Unifor).

Crédito do texto: Jornal O Povo



O trânsito na Avenida João Pessoa é caótico. Pessoas apressadas, estudantes, trabalhadores, moradores do lugar de nome bucólico: Bairro Damas. O presente de concreto, fumaça da via urbana não lembra o passado não tão distante em que o local era um espaço verde de inúmeros sítios, ideal para os que buscavam tranqüilidade e ar puro. O nome Damas é uma homenagem às famílias aristocráticas que construíam ali suas chácaras, afastadas do tumulto do centro da cidade de Fortaleza, que se modernizava e aformoseava mas que perdia o charme provincial.



A Casa do Português é ponto de referência. O prédio, de propriedade particular, é uma construção ousada de 1950 que já abrigou a sede da Ematerce e a Boate Portuguesa - Diário do Nordeste.

Registro em cores dos anos 60 - Carlos Augusto Rocha Cruz

Em 1931 surgiu no Damas o “Ideal Clube”, frequentado pela elite econômica da cidade. Os aristocratas se divertiam no clube que tinha quadra de tênis, piscinas e rinque de patinação. A “mundiça”(ralé) ficava no sereno, no lado de fora, excluída dos esportes requintados das elites. O Ideal Clube ficou no bairro até a década de 60 quando foi transferido para o Meireles.

A principal rota que cruzava o Bairro Damas era a estrada Fortaleza-Porangaba, feita de areia batida. A poeira era intensa com o tráfego de boiadas, carroças e alguns poucos automóveis. Em 1929 o então presidente Washington Luis mandou revestir a estrada de concreto que foi batizada com seu nome. Deposto pela “Revolução de 30”, os novos donos do poder e os “revolucionários de véspera” mudaram o nome do lugar para João Pessoa, em homenagem a um dos líderes do movimento.


Foto Any Lima

A cidade cresceu e os problemas urbanos se manifestaram no Bairro Damas. Com a nova realidade, a Avenida João Pessoa ficou conhecida como “avenida da morte” devido ao grande número de acidentes registrados na via de mão dupla. Em 1982, quando a avenida passou a ter sentido único, com o contra-fluxo apenas para transporte coletivo, o número de acidentes diminuiu mas o local ainda é perigoso.


Foto Any Lima

No bairro, o destaque é a casa do português e ainda hoje, o velho casarão estranho com rampa de garagem localizada no teto, é ponto de referência de quem mora ou passa todos os dias pela Avenida João Pessoa.

Texto do professor Evaldo Lima



Comentário de Cristina Cardoso ( Uma suposta neta do português) ao texto do Evaldo Lima:

"A historia contada é uma inverdade, realmente esse casarão foi construído para netos e bisnetos eu como neta do português cheguei a morar no casarão até a morte do meu avô eu tinha seis para sete anos e convivi com os meus pais até catorze anos quando eu vim para São Paulo com minha mãe. Meu pai José Maria Cardoso Junior (filho único  de José Maria Cardoso e Antonia Gaía Cardoso, faleceu no ano de 1984, a morte dele foi causada por insuficiência respiratória devido ao tabagismo e não por suicídio  por favor se ñ sabe da historia da família Cardoso não faça comentários mentirosos, se tem curiosidade de saber sobre a realidade da família, em meados de novembro de 2010 sera lançado o livro contando tudo sobre a família Cardoso.O livro se chamará A Casa do Português (momentos de alegrias e tristezas da família) atenciosamente Cristina Cardoso"



Fatos Históricos


Em 13 de junho de 1953, é inaugurada a Vila Santo Antônio, construída por José Maria Cardoso, na Avenida João Pessoa nº 5094, ficando conhecida como a Casa do Português, toda de concreto armado, três andares com subida de carro até o teto.


Nela foram gastos 29 mil sacas de cimento, 540 toneladas de ferro, 180 milhões de tijolos e 40 mil latas de cal.

Depois foi ocupada por várias repartições públicas, começando pela Ancar.

Lá esteve também a Boate Portuguesa.



Em 30 de junho de 1962, inaugura-se a Boate Portuguesa, na Vila Santo Antônio, conhecida como Casa do Português, na avenida João Pessoa nº 5094.

Ficarei aguardando esse livro, deve ser bem interessante...






Fotos internas da casa feitas pelo Renato Pires:














Em conversa com uma neta do português, ela me contou algumas coisas interessantes sobre a família e a casa:


"Olá Leila!
Bom, meu pai era filho único, José Maria Cardoso Júnior. Eu, Maria Mirian Araújo Cardoso, filha e neta, porque meu pai me adotou aos cinco meses de nascida. Ele era casado com Francisca Nila Araújo, minha mãe. Meu finado avô José Maria Cardoso, o português, eu me lembro que era muito rígido com meus irmãos. A sua mulher, Antonia Gaya Cardoso, minha avó, sempre o respeitou. E depois que ficou viúva, saimos para morar na avenida João Pessoa, nas casas de meu avô. Se eu não me engano, ele tinha 32 casas de aluguel. Ele deixou toda a herança para o seu único filho, meu pai, o qual me criou com muito amor e carinho. Meu pai se casou três vezes, eu sou da terceira família, mas éramos unidos e todos no mesmo prédio/casarão. Depois vivemos na João Pessoa
, 5174. Na casa da esquina, minha avó com os outros irmãos no meio da quadra. 

Vivi no casarão até os seis anos, nunca fui até o final dele. Antes tinha uma praça na frente do prédio de mármore e globos iluminados em toda sua volta, era fascinante. Na entrada do casarão (abaixo) era uma capela, a qual meu avô rezava as missas. 

Vivemos uma vida luxuosa, tínhamos chofer, um Ford Landau, três empregadas, uma cozinheira, arrumadeira, uma lavadeira, um fotografo só da família, também um sitio...
Depois meu pai alugou o casarão para ANKA. Era assim que ele dizia.
Meus irmãos:  Maria do Socorro, Maria das Graças, Francisco e José (eram gêmeos e paralíticos, morreram adultos), Maria José e Paulo, Antônia Gaya, Cleia Simone, Francisco Jorge e Francisca Nila que é a Cristina (já citada), porque meu pai queria Francisca e minha mãe Cristina, então a chamamos de Cristina.
Um dia, Antônia, adolescente, resolve morar em São Paulo. Minha mãe logo veio atrás, porque não vivia sem ela e nos levou para São Paulo enganando a gente, dizendo que voltaríamos, mas isto nunca aconteceu... Meu pai e ela se distanciavam mais um do outro e quela vida que tínhamos se acabou como uma ventania passageira, todo aquele luxo se foi.
Quem mora em São Paulo é Simone, Antônia e Cristina. Jorge e eu, em Goiânia. 

Hoje somos todos trabalhadores e lutamos para ter algo melhor, mas riqueza só em sonho e até hoje eu queria saber para onde foi tudo aquilo. Virou pó? Minha mãe faleceu já faz 8 anos e meu pai faleceu em Fortaleza, somente com duas pessoas no seu enterro, Tanit do Nascimento minha ex cunhada e seu ex marido, meu irmão Francisco Jorge.

O dinheiro não é tudo. Meus pais nos ensinaram a ter dignidade e ser honesto, que é o mais importante. O dinheiro não trás felicidade e sim a desigualdade. Assim aprendemos a valorizar cada centavo que entra em nosso bolso e aprendemos que nada cai do céu.

Leila eu vi o vídeo, que dor no coração, eu chorei ao ver a reportagem. Meus irmãos venderam em 1985 e me enviaram Cr$
 1.200. Meu avô José Maria não queria que vendesse, era para usufrutos da família. O advogado do meu pai na época era o doutor Waldizar, ele era advogado da família e fazia todas as transações. Ele conheceu bem a família, não sei se ainda vive. 

Meu pai faleceu de insuficiência respiratória no dia 11 de agosto, se eu não me engano 1984 ou 85. Essa história que ele se matou porque a mulher o traiu é mentira! Minha mãe sempre o respeitou, ela faleceu aos 97 anos." 


Mirian Cardoso


Em outra ocasião, eu perguntei sobre a veracidade da notícia de que a partir de 1994, a casa foi ocupada por dois dos nove herdeiros: Paulo Vicente Cardoso e Maria das Graças Moura Cardoso, e por José Alberto Gomes, amigo dos legatários, que em 2002 ainda morava nesse local. 

Sua resposta:

"É verdade, minha ex cunhada Tanit do Nascimento Cardoso morou um tempo no prédio, não me lembro a data, foi logo após a morte de meu pai. A Graça e o Paulo (meus irmãos), moraram no prédio. A Graça que vendeu o prédio. Assim eu ouvia minha mãe falar. Não sei quem comprou, eu acho que tem um grande mistério nisto tudo. Este dinheiro nunca foi abençoado para ninguém, está todo mundo na mesma!"




Mirian Cardoso


71 comentários:

  1. Morei bem perto da Casa do Portugues. A boate que funcionou no último andar chamava-se "La Vie en Rose".

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  2. gostaria de saber se o livro a casa do portugues,já está na livraria,me avisem
    por favor.obrigada
    sp.oliveiras@hotmail.com

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  3. Gostaria de maiores contatos com Cristina. Conheci o Sr. Cardoso e tenho conhecimento de algo mais sobre ele, que não quero colocar aqui porque gosto de averiguar antes de publicar, abraço Rose

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    1. eu maria mirian cardoso tambem sou neta e irma de cristina cardiso tambem concordo com ela meu avo so teve um filho jose maria cardoso junior; nosso pai pois fomos viver em sao paulo meu .pai nao tinha outro irmao; meu avo nao queria que o predio fosse vendido era para uso e frutos da familia .meu sonho era voltar em fortaleza. para reviver minha infancia.e o lugar onde vivi; vendo estas fotos eu choro muito de saudades... atenciosamente mirian cardoso

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    2. metade da familia cardoso vive em sao paulo no abc paulista,outros em goiania ass mirian cardoso

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    3. Olá Mirian, muito prazer!

      Entrarei em contato por e-mail, ok?

      Forte abraço e obrigada pelo comentário

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    4. ENCANTADA VOCE E MUITO ESPECIAL. NAO FIQUEI SABENDO NADA DESTE LIVRO. GOSTARIA MUITO QUE NOSSAS VIDAS FOSSEM REVELADAS EM UM LIVRO. MEU AVO ERA UM SENHOR BEM RELIGIOSO. EM BAIXO NO PREDIO. NA ENTRADA EU ME LEMBRO QUE ERA UMA CAPELA.COMO UM SANTUARIO ONDE TINHAMOS QUE REZAR MISAS COM O VOVO. NUNCA FUI LA EM CIMA SOZINHA TINHA MEDO.NA VERDADE MEU AVO ERA PROPIETARIO.DE MUITAS CASA DE ALUGUEL E TINHAMOS TAMBEM UM RESTAURANTE.EM FRENTE A LINHA DO TREM E UM MERCADO PEQUENO.SI EU NAO ME ENGANO ELE TINHA 23 CASAS DE ALUGUEIS.AO FALECER PASSOU PARA MEU PAI JOSE MARIA CARDOSO JUNIOR.SEU UNICO FILHO.SINTO FALTA DE MEUS IRMAOS QUE VIVIEM EM FORTALEZA UM GRANDE ABRAÇO MIRIAN CARDOSO

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    5. MUITO PRAZER ENCANTADA OBRIGADA SI EU PODESSE EU COMPRAVA DE VOLTA TENHO UMA DOR DE VER ESTAS FOTOS .E MUITAS SAUDADES.....

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    6. Muito interessante conhecer vocês da família Cardoso. A casa foi um Grand marco para a época. Muito difícil se construir algo assim naquela época. Um homem corajoso e trabalhador para conseguir fazer isso

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    7. Muito interessante conhecer vocês da família Cardoso. A casa foi um Grand marco para a época. Muito difícil se construir algo assim naquela época. Um homem corajoso e trabalhador para conseguir fazer isso

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  4. Cristina Cardoso, estamos esperando o livro da familia Cardoso. Tenho conhecimento de fatos sobre o Sr. Cardoso e esposa e gostaria de compartilhar com vc, abraço Rose

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    1. ROSE VC PODERIA ME ENVIAR ES FOTOS GOSTARIA DE SABER SI E DO MEU AVO OU DO MEU PAI? JOSE MARIA CARDOSO JUNIOR MEU IMAIL E MARIA FANTA-43@HOTMAIL.COM CRISTINA CARDOSO MINHA IRMA TEM FACE BOOCK..CRISTINA CARDOSO

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    2. Olá Rose tudo bem ? Meu nome é Júlia stephani cardoso da Silva, sou bisneta do José Maria cardo e filha da Cristina Araujo queria que você entrasse em contato comigo por favor sobre o livro
      Meu e-mail é juliascardoso@hormail.com
      Quero esclarecer também sobre a história da minha família, obrigada

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  5. Olá Rose!

    Não conheço a Cristina, mas se quer
    um contato com ela, tenta nesse link
    http://www.flickr.com/photos/41249765@N05/
    é a página de Fotos dela na internet.

    Abraços e espero que obtenha sucesso.

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  6. gostaria de saber as informaçoes que a Rose tem
    quanto a tia cristina ela mora em sao paulo
    tenho contado dela
    se quiser posso te passar depois

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  7. Bom dia, Renato!

    Vc sabe dizer se ela já lançou o referido livro? Como vc pode ver, muitos estão aguardando com ansiedade a publicação do livro "A Casa do Português" :)
    Se vc puder, diga-lhe que queremos notícias, se ela estiver disposta de visitar o blog, será um prazer!

    Também fiquei curiosa com o comentário da Rose, mas talvez isso só seja de interesse da famíla mesmo. rs
    Abraços e muito obrigada pela gentileza de comentar.

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  8. nao o livro ainda nao foi lançado
    mas creio q esse ano der certo

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  9. Queria saber, a verdadeira,historia sobre a casa do portugues,sou facinada por ela, quando era pequena tive a posibilidade de conhecela,e ela era linda fico muito triste em vela,maltratada,é preciso que o responsavel,tenha, um pouco de amor,pela nossa historia,se ele ou eles não os tem deixe,alguen que tenha condições,resgatar nosso passado que é tão lindo para as pessoas, lá de fora

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  10. É uma pena mesmo, o estado em que se encontra o casarão, é deplorável!
    Se eu tivesse poder, tombaria muitos patrimônios que estão, infelizmente, sumindo com o tempo...

    Um abraço e vamos esperar os "herdeiros" tomarem uma posição, só torço que seja favorável para o resgate do passado dessa cidade, já tão castigada pelas autoridades.

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  11. Esse prédio guarda um pouco da história do Ceará em si, se eu tivesse o poder, faria uma restauração e o transformaria no museu de história do Ceará.

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  12. Bem que podiam aproveitar e ceder a Casa do Português ao Arquivo Nirez, visto que conforme
    informações do Jornal JPA nº 135 de Abril de 2011 a Estação do Metrofor vai atingir parte do terreno onde fica localizado o Arquivo Nirez localizado na Rua Professor João Bosco, 560 - Parque Araxá que seria atingido em cerca de 7 metros de extensão do terreno onde o equipamento cultural está localizado.¬¬ É bom lembrar que o acervo é na própria casa do Nirez e conta com 141 mil peças. Se já está apertado, já imaginaram depois de ter parte do terreno desapropiado pelo Metrofor?!?!?!?
    Já está mais que na hora de colocarem o acervo Nirez num local próprio e deixar o Nirez e a família viverem com mais espaço e conforto em casa!

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  13. Ivanildo Teixeira29 de julho de 2011 14:12

    Acho o casarao do portugues umas das coisas mais impressionantes que eu ja vir em estruturas fisicas, tive o grande prazer de visitar a casa e andar por todos os comodos, até pelos mais sombrios, se pudesse compraria a casa e faria uma restauracao sem tirar nada da casa original, pesquisaria para saber os moveis e todos os detalhes da casa para que ela ficasse a mais original possivel. O casarao do Portugues é simplimesmente lindo e fascinante.

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  14. Se eu tivesse dinheiro, faria o mesmo,Ivanildo! Fico muito triste quando vejo herdeiros de imóveis antigos, descaracterizando toda a propriedade, não dão o devido valor para o patrimônio.

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  15. Ivanildo Teixeira4 de agosto de 2011 20:37

    Leila lendo os comentarios do seu blog, vi que tem um livro pra ser lançado ou já foi lançado, retratando um pouco sobre o casarão. Peço gentilmente que você publique no blog qualquer noticia sobre o livro, pois fiquei bastante interessado pelo livro. Grato.

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  16. Pois é, uma das netas manifestou o desejo de contar a história da família num livro, mas até agora, parece que a ideia não saiu do papel, ou pelo menos, ning mais falou no assunto.

    Mas como o Renato Cardoso adiantou, talvez o livro ainda saia esse ano, vamos aguardar!

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  17. Leila querida,
    Seu blog está cada vez mais ríquissimo e parabéms é muito pouco ! como já te falei, VC é uma FADA !

    Estou de pleno acordo com a neta de José Cardoso, a Cristina, quando escreve o seguinte: " se não sabe sobre a família Cardoso não façam comentários mentirosos ", é verdade ! pois muitos jornalistas ou outros historiadores ou até mesmo pessoas, falam ou escrevem "pelos cotuvelos", sem saber nada e sem conhecer a verdadeira versão, e ainda se glorificam quando não ganham dinheiro com isso tirando proveito !...verdadeiros mentirosos! para quem é da família, e está "vivinha da silva", como é meu caso, é muito desagradável ler coisas ou mentiras mal contadas por terceiros sobre nossos pais ou avós...Não é mesmo !?
    Bref ! passons !

    Parabénnssss LEILA este teu trabalho NAO tem preço, trazer o passado para o presente é MERVEILLEUX ! o Ceará todo deveria se orgulhar muito de VC ! eu me orgulho e muito !
    Beijos em teu coração
    Joanna A DELL'EVA (Jeannette)
    Fortaleza 03-11-2011
    joannaterrones@yahoo.com.br

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  18. huahuahuhauhah obrigada, minha Cinderela! :)

    Eu tbm acho de suma importância tomarmos o devido cuidado ao tratar sobre assuntos tão delicados, por isso que fiz questão em postar o comentário da Cristina.

    A mentira além de desagradável, pode trazer muito sofrimento para os parentes, que precisam ficar o tempo todo desmentindo e lendo absurdos que mancham a reputação e integridade da família.

    Se vc se orgulha, já basta para mim, sinal que não foi em vão a criação do blog.

    Beijos amada

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  19. Olá Leila,sou estudante de jornalismo, admiro muito o trabalho que vc faz mostrando as belezas que temos tão pertinho,estou pesquisando antigos casarões de Fortaleza.
    Por favor gostaria de informações ou contato de quem procurar para ter acesso ao local e sua história, se vc pudesse me passar as informações que tem, eu ficaria muito agradecida. Desejo fazer um trabalho sério correspondendo o máximo possível com a realidade que existiu.
    lu.oliveira67@gmail.com
    Espero contato...Obrigada
    Luana Oliveira

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  20. Obrigada Luana!

    Vou mandar o que tenho sobre o assunto para o seu e-mail.

    Abraços

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  21. pelo que eu sei o sr. jose maria cardoso morreu de desgosto, pois sua esposa o traiu e ano depois seu unico filho queria tomar o que ele tinha então o sr. jose maria o desertou seu filho e abandonou o casarão e fez um testamento deixando todos os seus bens para o estado. isso foi castigo por ele ter contribuido pela devastação de nossa mata, asim agredindo a naturesa

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    1. SI VOCE NAO SABE NADA DE NOSSA FAMILIA NAO SI ENTROMETA O BLOG E PARA DEFENDER O CASARAO E NAO PARA DETONAR NOSSA FAMILIA. CUIDADO COM AS PALAVRAS MEU PAI ERA UM BOM HOMEN E HONESTO.

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    2. Isso não é verdade!tanto é que o casarão foi vendido e todos da família receberam a sua parte.
      A propósito no ano de 1985 morou uma família com esse sobrenome (Mendonça) que queria se apossar do casarão.

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    3. Lembro sim dessa família Mendonça, queria se apossar, não sei de onde surgiram. Eram muitos filhos, lembro até da morte de um dos filhos deles no Prédio.

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  22. eu qeria essa casa pra mim,,, sou louca por ela
    acho ela muiito linda

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  23. Cadê o livro da neta do Português? Já foi lançado?

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    1. Pelo visto, ainda nda!¬¬

      Vou entrar em contato com o Renato Cardoso para ver se ele sabe de alguma coisa.

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  24. Descobri o blog recentemente, bom fiquei sem palavras pelo belo trabalho exibido aqui. Parabéns!
    Com relação a Vila Santo Antônio, ela é mágica e chama atenção, acredito que um dia possamos saber a verdadeira história do seu criador.
    Não podemos deixar de cobrar a verdade, pois já é parte da sociedade de Fortaleza, já que os Senhores políticos não capazes de cumprirem seus deveres, não vamos deixar o comodismo acabar com mais uma jóia preciosa da história de nossa cidade.

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    1. Muito obrigada, Gabriel!
      Fico imensamente feliz pelo seu comentário.
      Quanto a Casa do Português, estou ansiosa pelo livro q a Cristina Cardoso ficou de lançar, contando toda a história do avô.

      Abraços

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  25. Quando criança eu ia visitar a minha vó de 15 em 15 dias com a minha mãe. Ela morava na Itaoca e o ônibus passava em frente a Casa do Português. Eu ficava impressionado, como até hoje fico, com aquela construção impressionante e com as histórias que se contavam à respeito dela e da família Cardoso. Pode até nem ter uma bela arquitetura, mas sem dúvida é um ícone do acervo cultural da minha cidade.
    Odilon Santos, Fortalezense nascido na Praia de Iracema, atualmente morando em Recife. Parabens pelo blog!

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    1. Muito obrigada pelo comentário, Odilon!
      Fico feliz q tenha gostado do blog! :)

      Gostei do belo relato!!!

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  26. Pesquisando sobre a casa do portugues achei seu blog, é maravilhoso isso que vc faz! Estou fazendo uma pesquisa sobre patrimonios de fortaleza e agora em especial estou pesquisando sobre a "casa do português", adoraria se vc pudesse me passar mais informações sobre o assunto! Sou apaixonada por Fortaleza e acho que deveria ser mais valorizada, ate mesmo pelos próprios moradores! Por isso então resolvi fazer essa pesquisa, tanto para conhecer mais quanto para repassar... desde já agradeço a ajuda que vc puder oferecer! bjs e continue com esse trabalho maravilhoso! email:sarielice@yahoo.com.br

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  27. Sou Tarciane Barros e passo todos os dias em frente para ir trabalhar, e sou fascinada por este lugar tenho muita vontade de entrar lá e ver como é por dentro. Tem alguém morando lá? e-mail: tarcianeb@yahoo.com.br

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  28. oi Leila Nobre sou neta do senhor jose maria cardoso estou te deixando o meu email para vc entrar em contato comigo cristinaaraujocardoso@hotmail.com

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    1. Oi Cristina, boa noite!

      Entro em contato com vc sim, obrigada pela atenção.

      Abraços

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    2. eu sou irma de cristina si quiser entrar en contato.mariafanta-43@hotmail.com

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  29. Olá Leila .... Espero que seja, valido o que vou escrever, quase todos os dias eu passo enfrente ao casarão, e fico muito triste em ver um imovél tão histórico,abandonado e invadido por pessoas da rua.
    Queria muito que fizessem alguma coisa pelo casarão pois ele faz parte da histório de Fortaleza que não volta mais e torço que seja alcançado esse ojetivo, tanto pelos donos ou pelo patrimônio histórico....Obrigado pela Atenção.

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    1. Pois é, Israel, eu tbm fico muito triste com a situação em que se encontra a Casa do Português. Mesmo tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural de Fortaleza, até agora nda foi feito em prol da restauração. Em 2011 foi noticiado que iria funcionar um museu, mas ainda não saiu do papel, nda se concretizou e o tempo não perdoa... Meu receio é q a casa tombe, mas pela ação do tempo.

      Agradeço o comentário

      Forte abraço

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  30. Aos três anos fui morar em S.Paulo, mas sempre quando chegava em Fortaleza, sentia muita emoção ao passar em frente essa casa, retornei a pouco tempo à Fortaleza, e mesmo a Av João Pessoa não mais fazendo parte do meu trajeto, fui lá só para vê-la!
    Ernani Frota Jr

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    1. Obrigada pelo comentário, Ernani e parabéns por sua sensibilidade!

      Abraços

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  31. Amei tudo isso aqui muito legal.. isso é histórias de nossa terra...................

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  32. É eu sou o francico jorge araujo cardoso (tita) eu sou 1 dos netos do portugueis q. passei uma parte da menha vida morando nesse patrimonio, tempos inequeciveis mas não desejo volta atras . queria ve-ló todo reformado.do seu amigo tita

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  33. sou 1 dos netos o tita amei muito esse predio

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  34. ola.
    eu passava sempre em frente a casa do portugues quando ia ao sitio...achava esquisita e bem diferente.
    segundo li num artigo no Jornal O Povo quem comprou a casa foi Sergio Miranda e nao José Maria Machado como vc escreveu no texto.

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  35. Moro em frente ao prédio, que sempre me fascinou! Um sonho a ser realizado eh poder entrar la e tentar viajar nas temporalidades daquele lugar! No momento oportuno o farei!

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  36. oi, tenho muita curiosidade em conhecer o casarão por dentro....Você sabe me informar se é possível?

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  37. Li todas as postagens que ocorreram entre 2010 e 2011 e estamos em 2015 o livro ainda não foi publicado? Tenta com a Secretaria de Cultura do Ceará....

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  38. Vivi minha infância correndo nesses imensos salões, são muitas histórias, muitas famílias. Se pegasse lembranças de cada pessoa que morou nele, dava vários exemplares.

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  39. Olá, Leila.
    Li todos os comentários aqui do seu blog. Muito interessante! Parabéns pela postagem e pela disponibilidade em ajudar quem quer saber mais sobre a Casa do Português. Gostaria, se possível, que você me enviasse por email o que você tem sobre o casarão. ph.passus@gmail.com

    Muito obrigado

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    1. Oi Paulo, boa noite!

      Pode deixar, vou mandar!

      Abraços

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  40. É simplesmente encantador! Quem não se emociona com as histórias do blog e suas particulidades sobre alguns prédios e suas lindas (muitas vezes curiosas )histórias!

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  41. O LIVRO JA SAIU... ADOREI A HISTORI DA CASA... QUERIA SABER MAIS.
    Como faço pr entrar na casa? tem que pedir permissão a quem?

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    1. Se o livro saiu, não estou sabendo, Jaconias!

      Como a casa atualmente passa por restauração, não sei se será possível!

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  42. Olá Leila Nobre, gostaria de usar o tema da casa como meu trabalho de conclusão de curso, realizar o sonho de ver esse patrimônio tão rico, se transformar em um grande museu. Você poderia me ajudar? aclaudia31@hotmail.com

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  43. oi leila, parabéns pelo blog,sou estudante de arquitetura e adorei as informações, você pode me enviar o que vc tem sobre a casa por email? andresa.rocha9@gmail.com obgggg

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